Revista Fine https://revistafine.com/ My Blog Wed, 21 Jan 2026 16:21:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://revistafine.com/wp-content/uploads/2022/09/m_favicon.png Revista Fine https://revistafine.com/ 32 32 MARIA LUIZA KOZICKI https://revistafine.com/marialuizakozicki/ https://revistafine.com/marialuizakozicki/#respond Sun, 28 Dec 2025 12:00:14 +0000 https://theme.madsparrow.me/most/?p=16 Infância e formação acadêmica Maria Luiza Moleri Kozicki nasceu em Porto União (SC), em fevereiro de 1954, em um núcleo familiar no qual educação, […]

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Infância e formação acadêmica

Maria Luiza Moleri Kozicki nasceu em Porto União (SC), em fevereiro de 1954, em um núcleo familiar no qual educação, cultura visual e sensibilidade para o trabalho manual faziam parte do cotidiano. É filha de Maria Ignes Santos Moleri, professora, e de Emilio Moleri, designer de móveis, ambos naturais de Itajaí (SC). Esse contexto, simultaneamente pedagógico e estético, é decisivo para compreender o início de sua vocação: a artista não surge como improviso biográfico, mas como continuidade de um ambiente que valorizava observação, disciplina e criação. Sua formação escolar ocorreu em União da Vitória (PR). Trata-se de uma região em que a paisagem, a luz e a variação cromática das estações se impõem como experiência diária, com forte impacto na memória visual. Ainda na juventude, Maria Luiza inicia-se no desenho e na pintura com incentivo familiar e recebe orientação de mestres pintores locais em União da Vitória. Essa etapa inicial tem importância particular, pois consolida dois traços que atravessariam toda a sua produção: a inclinação pela cor como linguagem e a recusa de uma arte meramente descritiva, orientada apenas pela reprodução literal do real. A própria artista, décadas depois, sintetizaria esse eixo criativo de maneira emblemática: “Quero pintar o que não conheço, o mistério, o imaginário, o enigmático”. No plano acadêmico, Maria Luiza conclui seus estudos universitários em História, com término indicado em 1972. Em registros ligados à sua biografia, a instituição é apresentada como a então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória, atualmente incorporada à Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Campus de União da Vitória. Essa passagem pela História é mais do que um dado curricular; ela oferece arcabouço intelectual para uma artista que sempre tratou a pintura como experiência cultural e não como mero exercício decorativo. A formação histórica tende a aguçar a percepção de permanências e rupturas, de camadas de memória e de símbolos coletivos, e isso se alinha, de modo particularmente coerente, à forma como a artista compreende o ato criativo como transfiguração do mundo, ou seja, como construção de um campo próprio de sentido. Em paralelo ao percurso acadêmico, ocorre a consolidação prática de sua formação em artes. Entre 1976 e 1979, Maria Luiza estabelece seu ateliê em Jaboticabal (SP), período decisivo em sua biografia, pois ali se fixa um regime de trabalho que combina rotina, estudo e produção contínua. O ateliê, nesse contexto, não é apenas um espaço físico, mas um método de vida: é onde se aprende a insistência, a repetição necessária, o aperfeiçoamento técnico e a paciência do ofício. Em 1979, conclui a formação em Desenho e Artes Plásticas na Faculdade de Educação de Jaboticabal (SP). Ainda em Jaboticabal, a artista funda o Atelier de Artes Plásticas (Maison Blanche), iniciativa que evidencia, desde cedo, sua postura de autonomia e de organização profissional. A fundação de um ateliê com identidade própria, em fase relativamente inicial, aponta para um traço constante na trajetória de Maria Luiza: a arte como compromisso estruturante, como projeto de longo prazo, sustentado por trabalho e consistência. No plano público, o primeiro marco expositivo destacado em sua cronologia ocorre em 1977, quando realiza mostra individual em Jaboticabal, em homenagem aos 149 anos da fundação da cidade. Mesmo sendo um evento inaugural, ele já indica uma artista disposta a apresentar sua obra em contexto formal e a submeter a produção ao olhar público. Esse passo é importante porque funciona como transição entre a formação e a carreira, entre o exercício privado do ateliê e a construção de presença no circuito artístico. É relevante notar que, desde as primeiras descrições de sua obra, a artista aparece como alguém que não entende a pintura como registro neutro do visível, mas como tentativa de alcançar dimensões menos imediatas da experiência. Quando Maria Luiza afirma o desejo de pintar “o que não conhece”, ela delimita o território do seu trabalho: o mistério e o imaginário como matéria plástica. Isso tem consequências diretas na forma como sua formação deve ser lida. A técnica, no caso da artista, não é finalidade autônoma; ela é instrumento para sustentar atmosferas, para tornar visível aquilo que, por definição, não se oferece prontamente à descrição. Nesse sentido, os anos de infância, escolarização e formação acadêmica não aparecem como antecedentes periféricos, mas como base de um percurso coerente. A presença de uma mãe professora e de um pai designer, a iniciação artística ainda jovem, a orientação por pintores locais, a formação universitária em História e, em seguida, a consolidação prática do ateliê e da formação em artes em Jaboticabal formam um conjunto orgânico. A partir desse alicerce, torna-se mais fácil compreender por que, ao avançar para a década de 1980, Maria Luiza busca uma experiência formativa internacional e por que essa passagem pela Alemanha não dilui sua identidade. Pelo contrário, a construção de sua linguagem já estava em curso, e a etapa seguinte funcionaria como expansão e aprofundamento. Em outras palavras, a vocação já estava afirmada, e a formação já havia produzido método e repertório. O que viria adiante seria uma intensificação do olhar, com novas referências e novos diálogos, sem renúncia ao princípio central que a artista declara com clareza: a pintura como caminho para o enigmático.

Vida profissional

A vida profissional de Maria Luiza Moleri Kozicki ganha contornos definitivos no início da década de 1980, quando sua formação e disciplina de ateliê se articulam com uma experiência internacional que aprofunda repertório, método e consciência estética. Entre 1980 e 1982, a artista frequenta, na Alemanha, a Akademie der Bildenden Künste München (Academy of Fine Arts Munich), instituição pública de ensino superior em artes visuais, de natureza independente, vinculada ao Estado da Baviera, historicamente reconhecida por sua tradição formadora e pela exigência acadêmica na formação de artistas. A escolha por Munique não é casual. Trata-se de um centro cultural de forte densidade artística, no qual museus, galerias e escolas se organizam como ecossistema criativo. Para uma artista em consolidação, a vivência em um ambiente como esse funciona como campo de tensão produtiva: a disciplina técnica se intensifica, o olhar se reeduca e a linguagem plástica é testada diante de outras tradições estéticas. No caso de Maria Luiza, esse período não representa uma ruptura com sua matriz cultural, mas a construção de um diálogo em que o elemento brasileiro, sobretudo a cor, se torna ainda mais consciente e deliberado. Durante essa fase europeia, a artista não se restringe ao estudo. Em 1981, realiza mostra individual na Galeria Füssel & Jakob, em Munique, simultaneamente ao período em que frequenta a Akademie. A exposição constitui marco profissional relevante, não apenas por ocorrer em contexto internacional, mas por revelar que sua obra já possuía consistência suficiente para ser apresentada como conjunto autoral fora do país de origem. No ano seguinte, em 1982, Maria Luiza realiza nova mostra individual na Galeria do Dresdner Bank, na cidade universitária de Giessen, também na Alemanha. O dado é particularmente expressivo porque sinaliza continuidade de inserção e não um evento isolado: em dois anos consecutivos, a artista se apresenta ao público alemão em mostras individuais, indicando maturidade precoce e capacidade de interlocução internacional. Essas exposições são acompanhadas por recepção crítica que enfatiza um aspecto central de sua obra: a luminosidade cromática, percebida como tropical e vibrante em contraste com o ambiente europeu. O registro mais citado desse reconhecimento vem do professor H. Karg, associado à Universidade de Munique, ao observar que “nem os dias cinzentos do inverno europeu conseguiram apagar a vibração luminosa das suas obras”. Trata-se de comentário com alto valor interpretativo, pois destaca a permanência de uma identidade pictórica que não se dilui no contato com a Europa. Pelo contrário, a obra se afirma como linguagem própria, arraigada em uma matriz cultural brasileira e, simultaneamente, capaz de dialogar com tradições artísticas do continente. Do ponto de vista profissional, essa recepção aponta para uma característica que atravessará toda a carreira de Maria Luiza: a cor como eixo estrutural, e não como ornamentação. Na Alemanha, onde o rigor formal e o debate estético frequentemente tensionam o trabalho do artista, sua pintura se sustenta na inteligência cromática e na construção de atmosferas. Mais tarde, o discurso crítico reforçaria essa percepção ao situá-la em diálogo com a tradição cromática brasileira, chegando a mencionar, por analogia, a “inteligência da cor” na linhagem de Tomie Ohtake. A experiência alemã também reforça outro eixo de sua vida profissional: a articulação entre produção e formação. Maria Luiza não se restringe a criar; ela organiza espaços, estabelece ateliês e estrutura ambientes de ensino e difusão cultural. Esse traço já havia se manifestado em Jaboticabal com a fundação do Atelier de Artes Plásticas Maison Blanche e se reafirma com maior peso institucional no retorno ao Brasil. De volta ao país, passa a atuar em Curitiba e, em 1984, funda o ateliê de artes plásticas do Colégio Marista Santa Maria, onde permanece entre 1984 e 1988. Essa iniciativa possui relevância profissional por três razões: demonstra capacidade de institucionalização da prática artística; confirma uma carreira construída por continuidade e estrutura; e situa a artista como agente cultural ativa, conectando produção, circulação e educação estética. Ainda em 1984, ocorre mostra individual no próprio Colégio Santa Maria, por ocasião da inauguração do estabelecimento de ensino, reforçando a dimensão simbólica e pública da fundação do ateliê naquele ambiente. A partir desse período, sua inserção no circuito artístico do Paraná e do Brasil se intensifica, articulando produção autoral, presença institucional e reconhecimento crítico.

Mostras individuais, coletivas e premiações

A trajetória expositiva de Maria Luiza Moleri Kozicki evidencia continuidade, inserção progressiva em espaços qualificados e reconhecimento reiterado por meio de salões, mostras e premiações. Quando observada como processo, revela um percurso coerente, no qual cada etapa amplia o alcance institucional da artista sem exigir perda de identidade estética. Desde a mostra inaugural em Jaboticabal, em 1977, passando pela participação em certames no final da década de 1970, pelas exposições individuais na Alemanha nos anos de 1981 e 1982, pelo retorno vigoroso ao circuito curitibano em 1983, pelas premiações e consolidação institucional em 1984, até a expansão nacional e internacional ao longo das décadas seguintes, a cronologia constrói um retrato de permanência e consistência. Premiações como os Prêmios Chandon de Arte e Vinho (1984 e 1985) e o Grande Prêmio Laurea no Salão Paranaense da Paisagem reforçam a legitimação institucional de sua produção. A circulação internacional, com participações na Alemanha e na Holanda, amplia o alcance simbólico de sua obra, enquanto a presença constante em exposições em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília evidencia inserção sólida no circuito brasileiro. Mais recentemente, sua participação em exposições na Zuleika Bisacchi Galeria de Arte, em Curitiba, bem como a presença em projetos institucionais e coletivos contemporâneos, reafirma a vitalidade de uma produção madura, capaz de dialogar com diferentes gerações e linguagens sem perder coerência interna.

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DR. JACYR LEAL – MEDICINA, CONSCIÊNCIA E EVOLUÇÃO HUMANA https://revistafine.com/jacyrleal-blog/ https://revistafine.com/jacyrleal-blog/#respond Sun, 30 Nov 2025 12:01:50 +0000 https://theme.madsparrow.me/most/?p=18 A Construção de um Pensador Humanista Jacyr Leal nasceu em Curitiba (PR) em 8 de maio de 1960, no Dia das Mães, coincidência que […]

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A Construção de um
Pensador Humanista

Jacyr Leal nasceu em Curitiba (PR) em 8 de maio de 1960, no Dia das Mães, coincidência que ele sempre menciona com afeto. Filho de uma família reconhecida na medicina, cresceu cercado por referências que uniam  ciência,  cuidado  e   humanidade. O pai, médico respeitado, sempre foi grande inspiração; a mãe, presença terna e generosa, reforçava diariamente o valor das relações humanas e principalmente da fé.

Criado ao lado de três irmãs e rodeado por primos, tios e avós, viveu a infância marcada por finais de semana com as famílias que moldaram seu senso de afeto e pertencimento. Estudou inicialmente em escola pública, cedo integrou a tradicional Família Marista, no Colégio Santa Maria, concluindo o Ensino Médio no Colégio Positivo, referência acadêmica da época.

A medicina surgiu como escolha natural, mas não automática. Jacyr conta que ainda criança, em uma era sem internet, mergulhava por horas nas enciclopédias Barsa, Delta Larousse e outras tantas coleções e livros que alimentaram sua curiosidade. Na juventude, questionava até que ponto a forte presença de médicos na família poderia  influenciá-lo. A resposta veio aos 15 anos, quando aumentou ainda mais o profundo prazer de estudar, marcando assim o início de uma trajetória dedicada ao conhecimento.

Essa formação sólida, unindo disciplina, sensibilidade e inquietação intelectual, seria o alicerce de toda a carreira que viria a construir.

 

Você é maior do que imagina

Houve um tempo em que escolher uma profissão parecia uma pena imutável. As universidades ofereciam três grandes caminhos — Humanas, Exatas ou Biológicas — e, a partir dali, selava-se uma escolha quase tão definitiva quanto deveria ser um casamento. O mundo mudou, as possibilidades se multiplicaram, e hoje é possível transitar entre muitas áreas. Mas algo permanece intacto: a essência humana, completa e indivisível.
É justamente essa visão integral que acompanha o Dr. Jacyr Leal desde o início de sua trajetória. Para ele, não existem partes isoladas, mas pessoas inteiras. Como costuma dizer em consulta, “nunca atendi um órgão; sempre atendi um ser humano completo”. Essa percepção molda sua atuação diária e sustenta o modo como enxerga cada paciente.
Na prática clínica, especialmente na área a que se dedicou — a saúde da mulher — Dr. Jacyr se depara, todos os dias, com muito mais do que sintomas físicos. À sua frente chegam mulheres marcadas pela rotina, pela dor, pelo cansaço emocional, muitas vezes carregando de modo subliminar um pedido de ajuda. São mulheres que, mesmo sem verbalizar, buscam recompor-se, reencontrar sua força, recuperar a inteireza que sempre existiu, mas que por vezes se perde no caminho.
O que move o médico é justamente esse encontro. Ele afirma que sente verdadeiro prazer ao avaliar que pode ajudar a transformar a vida de alguém, seja em momentos delicados ou até em consultas de rotina. Sua atuação vai além das especialidades formais de Ginecologia, Obstetrícia e Ultrassonografia; seu olhar alcança também o emocional e o simbólico, tocando aquilo que muitas pacientes descrevem como alma.
Embora não realize terapia, Dr. Jacyr torna a consulta um espaço de reflexão.
Ali, pequenas provocações — “E se você olhasse para isso de outro modo?” — tornam-se gatilhos de mudança. Transformam posturas, modos de viver, percepções sobre si mesmas. Para ele, cada encontro é uma oportunidade para despertar o que muitas mulheres esqueceram: a própria grandeza.
Costuma reforçar em cada atendimento:
“Você é muito maior do que imagina.”
Essa é sua missão. E também seu legado.

Você foi feito para dar certo

Ao longo de sua trajetória, o Dr. Jacyr sempre enxergou o ser humano de modo integral. Essa visão o levou a seguir uma rotina intensa de estudos – cursos, pós-graduações, grupos de pesquisa – e, ao mesmo tempo, explorar diferentes áreas do pensamento humano. “A curiosidade sempre comandou meu caminho”, costuma dizer. Sem perceber, cada passo dessa busca transformou profundamente a própria vida do médico. “Desafios são presentes de Deus”, ele afirma, e foram justamente esses desafios que moldaram seu olhar e sua prática.
Histórias foram surgindo pouco a pouco, dentro e fora da medicina tradicional. Uma das mais marcantes começou ainda no quinto ano da faculdade, quando aceitou acompanhar plantões de obstetrícia. Naquele primeiro plantão, a cena não saiu mais de sua memória: mulheres em trabalho de parto, envoltas em dor, medo e vulnerabilidade. Como agir apenas com técnica diante de tamanha intensidade?
Não hesitou. Mesmo jovem, ainda sem grande domínio prático, ofereceu aquilo que tinha,
sua companhia. Conversava, distraía, orientava. E descobriu que a presença também é medicina. “Aprendi ali um dos maiores princípios da profissão: se não puder curar, alivie a dor. E use o que tiver — o coração, o cérebro e a fé.”
Essas madrugadas na maternidade foram a porta de entrada para uma carreira que evoluiria rapidamente. Com o avanço da ultrassonografia, cresceu junto a Medicina Fetal e o atendimento às gestações de alto risco. Jacyr testemunhou vitórias impressionantes sobre o risco, a dor e a morte. Viu famílias nascerem, literalmente, diante de seus olhos. “Foram infinitas experiências, congressos, cursos… e centenas de crianças acompanhei chegarem ao mundo enquanto suas famílias celebravam em segurança.”

 

 

A Ginecologia, embora menos arriscada, também o acompanhou com desafios marcantes. Um deles, que guarda com profundo carinho, envolveu uma paciente jovem que desejava ter filhos, mas havia recebido o diagnóstico de um tumor uterino gigante. Vários médicos recomendaram a retirada do útero. Ela não aceitava perder a chance de gestar.
Jacyr ouviu a história com atenção e foi direto: “Vou operar, retirar o tumor e farei tudo para preservar seu útero. A promessa é a tentativa — não o resultado.” O compromisso estava feito.
A cirurgia, porém, testou sua técnica e paciência. O tumor era enorme, difícil, e por várias vezes o colega que o auxiliava sugeriu desistir. Jacyr não recuou. Sorria e repetia: “Está com pressa? Vai pra onde?” E continuava.
Após longas horas, o improvável aconteceu: o tumor finalmente se desprendeu. Sob ele, um útero amassado, quase irreconhecível, aguardava reconstrução. Pacientemente, ele suturou cada parte daquele “hotel de nenê”, como brinca ao recordar. A paciente teve alta, tudo correu bem — mas, por anos, o caso perdeu-se no tempo.
Até que, certo dia, em um shopping da cidade, a história encontrou seu desfecho.

Uma mulher se aproximou, acompanhada de uma menina de aproximadamente doze anos. Sorriu, segurou a mão da filha e disse: “Filha, este é o Dr. Jacyr. Se não fosse ele, você não existiria.”
O médico se emocionou. Aquela não foi a única vez em que salvou vidas antes mesmo delas existirem. Salvou muitas crianças ainda no ventre, mas também salvou úteros que se tornariam berços de novas famílias. “Quando a biologia encontra paciência e a humanidade encontra precisão, tudo funciona. Tudo dá certo.”
Para o médico, essa é a mensagem central de sua jornada — e a essência de seu próximo livro:

“Você foi feito para dar certo”.

Sua trajetória revela uma premissa que atravessa toda a sua obra: a medicina só alcança plenitude quando se conecta à humanidade, ao conhecimento e à sensibilidade. Em seu pensamento, ciência e emoção coexistem, ampliando a compreensão da vida e de quem a vive. Como costuma afirmar, “o universo é fantástico — e você faz parte dele, você é Ele.”

Viradas de chave

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Ao longo da carreira, o Dr. Jacyr Leal colecionou conquistas profissionais, contudo por muitos anos não conseguiu enxergar o próprio valor. Trabalhando em excesso e vivendo de menos, chegou a 2003 com 120 quilos, hipertenso, pré-diabético e profundamente frustrado. “Formado em 1986… deformado nos 17 anos seguintes”, resume. O sucesso profissional contrastava com uma vida pessoal desordenada e uma autoestima enfraquecida.
Seu casamento também não ia bem. Persistente, buscou respostas estudando intensamente temas como sistêmica familiar, filosofia, neurolinguística, emotologia, qualidade de vida e diversas áreas do comportamento humano. “Como eu podia ir tão bem na profissão e tão mal na vida?”, questionava. A busca seria longa, mas hoje, décadas após, ele afirma ter encontrado o caminho interno.
Na época, cogitou fazer uma cirurgia bariátrica, mas uma reflexão diante do espelho mudou tudo: “Vou arrancar um pedaço saudável do meu corpo porque não consigo vencer a mim mesmo?” A decisão veio em seguida: “Fiz uma bariátrica no cérebro”. Emagreceu 43 quilos, normalizou pressão e glicemia — mas o casamento, ele admite, não resistiu. “Em uma relação de amor, os dois precisam… querer.”
Essas experiências foram criando e moldando, pouco a pouco, o conceito que hoje chama de Superconsciência – Família do Futuro. A vida o abasteceu de vivências; ele transformou tudo em método.
Após o fim do casamento e com o corpo restaurado, Jacyr mergulhou em estudos sobre nutrição — disciplina que considera fundamental, embora pouco valorizada na medicina tradicional. A partir daí, decidiu compartilhar este conhecimento. Criou a primeira palestra, “Alimentos, Vida e Saúde”; depois vieram outras, impactando diretamente quem o ouvia: “Amor, Cérebros e Escolhas”, “Sonhos, Desafios e Expectativas”, “Você, Ciência e Espiritualidade”, “Sexo, Família e Sociedade”, “Trauma, Depressão e Ansiedade”, “Verdade, Realidade e Insanidade” e, por fim, “Superconsciência, Visão e Futuro”.
Os resultados foram imediatos. Pessoas emocionadas buscavam mais conteúdo — e ele não tinha como indicar. A solução veio natural: sentou-se diante do computador e escreveu um livro para cada um dos temas. Assim nasceu a coleção Superconsciência – Família do Futuro, uma jornada em que, como descreve:
“eu provoco e você pilota”.
Jacyr encerra com a pergunta que costuma fazer ao público:

“Depressão pra quê?”
Inicie essa viagem agora.
Não espere mais.

ALGO AINDA MAIS PROFUNDO

Dr. Jacyr sempre diz que não é à toa que medicina é muito mais do que uma dor abdominal. Que nossas pernas carregam um todo absoluto, quando vão de casa para o trabalho e de lá para todos os lugares. Coração vai junto, o cérebro e a alma. Parece óbvio, mas não vemos. O doutor sim. Os pensamentos vagam por todo o universo. No entanto, pensamentos sem controle levam a todos nós para o abismo. Dr. Jacyr critica aqueles que ensinam que o que vale é a inteligência emocional. A emoção não sabe (e nem consegue) aprender. Emoção é como um cavalo que precisa ser domado, apenas reage a impulsos. Nossos pensamentos é que merecem aprendizado. Você pensa em algo bom e o sentimento que brota é de prazer, você pensa algo ruim e o sentimento que surge a sua frente é… ruim. Matemática básica, insiste o médico: precisamos aprender a pensar.
O único objetivo com o programa Superconsciência Família do Futuro: – Ensinar a pensar. Quantas vezes você já disse a si mesmo: – “Deveria ter pensado melhor; pensado um pouco mais; pensar além…”. Difícil isso? – Não. Mas e por que não fazemos? – MEDO. Se você responde que não sabe o caminho para… Que tal fazer a viagem como o autor? Segundo ele: – “Vai doer não”.

Explica Dr. Jacyr que todas as respostas que precisamos estão dentro de nós mesmos, o que vem de fora apenas nos ajuda a… pensar. E o que pensamos nos transforma, faz-nos sentir melhor. Quer “sentir melhor?”. – Ah! Agora entendi!”. Comenta Dr. Jacyr que sempre que desafia desse modo as pacientes imediatamente abre-se um sorriso em seus rostos. E ele vibra de alegria. Mais uma vez, e mais uma… Ser feliz é uma opção, insiste. “É saber pensar mesmo diante de tribulações gigantescas”.

“Tornar simples o que é importante”. Dr. Jacyr construiu algumas frases chaves e que você aprenderá durante a viagem. A medicina conversa por meio de diálogos indecifráveis. Assim também faz o direito e, o pior deles, a filosofia. Amar e ser amiga do conhecimento deixa filósofos pretensos e egoístas? – Só eles querem e conseguem entender o que dizem? – Só médicos? – Só advogados?
Conta Dr. Jacyr a história de um réu que no tribunal, quando ouviu a leitura de sua sentença, proferida absolvição pelo magnânimo juiz, correu para a janela do prédio e se atirou. Não morreu, era um andar mais baixo. Porém, assim puderam saber que aquele ato insano aconteceu porque o acusado entendeu que o juiz lhe havia condenado; outra história de um paciente que chegou arrasado em casa porque ouvira do médico que estava curado do câncer, mas entendeu como uma sentença de morte. Isto é, ‘desentendeu’. E a filosofia, então, brinca o doutor que quem entendeu Friedrich Nietzsche que atire a primeira pedra (nele).

“Está tudo certo sempre”
É outra frase que diz valer aprender. O problema é que nosso despreparo impede de vê-la como merece. Mas Jacyr ensina tudo durante a viagem. Aliás, o marketing já disse a ele que está errado ‘contar tudo’, que devemos manter curiosidade para que a solução seja encontrada no ‘próximo livro’ (que a vítima se verá obrigada a comprar). Dr. Jacyr mandou o marketing ‘passear’. Afirma que só não conta tudo porque não sabe tudo. Mas conta tudo que sabe. Comprar os tantos livros, a viagem, a passagem para, por fim, sentir paz… isso é com quem o assiste, lê e conhece. Não é responsável por você escolher embarcar com ele, mas Dr. Jacyr Leal estará com você durante todo o percurso, acredite.

A HISTÓRIA, FEZ COM QUE A MEDICINA ESCOLHECE A HUMANAS

Após um ano do nascimento de seu filho uma paciente marcou sua consulta de rotina. Diz Dr. Jacyr que estava tudo certo, avaliação absolutamente normal, sem qualquer problema aparente. Contudo, antes de sair ela diz: – “Dr. Jacyr! Preciso contar um problema. Minha libido foi a zero”. Muito bem, a partir daqui o médico iniciou uma série de questionamentos sobre o relacionamento do casal, vida financeira, profissional, causas eventuais de estresse, pensou em hormônios…, entretanto, antes de fazer qualquer outro exame relacionado à semiologia sexual, dosagens…, o doutor respirou fundo, criou coragem e perguntou para ela: – “Conta para mim, quem hoje é a pessoa mais importante da Terra para você?”.
A resposta dela deixou muito claro onde estava o problema. Dr. Jacyr questionou a si mesmo por que não pensou nisso antes. Fez uma série de rabiscos em uma folha branca de receituário que expos para a paciente a posição exata de cada membro, o núcleo básico daquela família. Como estavam e como deveria ser. Após a conversa entregou a ela aquele papel. Seis meses depois ela retornou e contou que aquela singela folha tornou-se um pequeno quadro, colocado em um local especial na casa porque aquele modo de pensar salvou o casamento. Afirma Jacyr que a partir daquele caso centenas de outras mulheres ouviram a mesma pergunta: – “Quem é a pessoa mais importante…?”. E assim foi com cada tema que se tornou palestras, vídeos, livros…, e hoje a Viagem à SUPERCONSCIÊNCIA – FAMÍLIA DO FUTURO.
Então está aí. Dr. Jacyr levou décadas para vivier e trazer este conhecimento até você. Não é promessa. Reflexão ele pode e quer provocar, e faz (muito), mas apenas A VIDA entregará treino necessário para testar a si mesma neste maravilhoso caminho que é a vida. Acredite, ele, por mais treinado que já esteja, ainda sofre com as dificuldades impostas por sua história, seu caminho, a cada dia. Contudo, Dr. Jacyr aprendeu a acreditar, compreender, dar novos significados e fazer boas e melhores escolhas para cada lição dada. Jacyr gosta de afirmar que essas lições são apresentadas a nós pelo professor no Universo. Sofrer com elas sempre será opção. Sair maior, obrigação. Dr. Jacyr insiste no treinamento, para pensar melhor, escapar diariamente das ilusões da vida (do atraente jardim do vizinho). Deus nos espera do outro lado, na última estação, no final do derradeiro percurso. E, de fato, se não aprendermos nada no caminho, de que valeu nossa vida?
Dr. Jacyr diz que não sabe quanto aos outros, não tem qualquer poder para isso, mas tem certeza de que quando estiver sozinho à frente do Pai, em um maravilhoso momento celestial, mesmo com todos os seus erros cometidos, sente que Ele abrirá um enorme sorriso e dirá: – “Cara, você aprontou legal, e fez muita gente correr nesta estrada, parabéns, pode entrar. Muitos chegaram antes de você e estão prontos para a festa da sua recepção”. O que Jacyr mais deseja é que você esteja um dia com ele nesta festa.
De uma coisa Jacyr tem certeza, todos nós somos as pessoas possíveis. Ninguém nunca será mais do que o possível de cada um. Por que então cobramos tanto dos outros aquilo que nós mesmos não somos capazes de entregar? – Deus sabe. Não se preocupe mais. Reflita, treine e Boa Viagem!

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SARA BAGGIO – UMA VIDA COM PROPÓSITO https://revistafine.com/sarabaggio-blog/ https://revistafine.com/sarabaggio-blog/#respond Fri, 14 Nov 2025 12:08:16 +0000 https://theme.madsparrow.me/most/?p=21 Sara Baggio, 52 anos, é casada com o empresário José Américo Baggio e reside em Curitiba há 34 anos, cidade que escolheu para estudar, […]

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Sara Baggio, 52 anos, é casada com o empresário José Américo Baggio e reside em Curitiba há 34 anos, cidade que escolheu para estudar, trabalhar e construir sua vida. Nascida em Telêmaco Borba, filha de Josias e Julieta de Oliveira, tem um irmão advogado Dr. Eliezer Domingues com quem compartilha o orgulho de pertencer a uma família unida e dedicada.

Com uma trajetória marcada por determinação, Sara chegou a Curitiba aos 17 anos disposta a construir seu futuro. Nos primeiros anos atuou como auxiliar de dentista, mas sua veia comunicativa logo a levou ao rádio. Foi locutora em emissoras como Rádio Gospel, Rádio Eldorado AM e Massa FM, onde apresentou programas ao lado de Ratinho Filho. Também conquistou espaço na televisão, apresentando o programa TV Mania na RIC e participando de campanhas publicitárias de grandes nomes como Roberto Hinça e Barrichello.

Mãe de Vitor Gabriel de Oliveira Viana, que reside na Califórnia, e também madrasta dedicada de João Paulo Baggio e Pedro Baggio. Apaixonada por viagens, transforma cada experiência em aprendizado e inspiração. Seu hobby preferido revela o desejo de conhecer o mundo, explorar novas culturas e colecionar memórias que enriquecem sua vida pessoal e profissional.

Mais do que conquistas profissionais, Sara Baggio é uma mulher que valoriza o propósito e o impacto positivo na vida das pessoas, unindo elegância, paixão e generosidade em cada passo que dá.

 

Como nasceu o voluntariado no coração de uma criança.

 

Ela tinha apenas 8 anos quando começou a visitar orfanatos e asilos com a mãe. Hoje, continua levando esperança e transformando vidas com a mesma paixão da infância.

Desde os primeiros anos de vida, ela já carregava algo raro: a vontade genuína de ajudar. Aos 8 anos, enquanto outras crianças brincavam nas ruas de Telêmaco Borba, no Paraná, ela acompanhava a mãe em visitas a lares de idosos, asilos e orfanatos. Nossa protagonista, Sara Baggio, preparava pacotinhos de doces, distribuía carinho e levava alegria para quem mais precisava.
“Minha mãe sempre foi meu exemplo”, lembra. “Ela contava histórias, mostrava slides, envolvia os idosos com atenção e afeto. Eu aprendia observando.” Foi assim que se construiu uma memória afetiva poderosa, cheia de rostos, cheiros e cenas que atravessaram décadas.
Sara nos conta que uma dessas lembranças tem nome: Dona Rosa. Baixinha, de bochechas rosadas, Dona Rosa tinha um hábito curioso: guardava ossinhos de frango — o famoso “jogador” — em potes de vidro. Sempre sorridente, ela puxava uma ponta do ossinho e deixava a outra para a menina puxar. “Quando ela ganhava, gritava e batia palmas. Era a alegria dela”, conta, emocionada.
Para aquela criança, estar ali sorridente não era um sacrifício, mas um encontro com a humanidade. “Muitos idosos não conseguiam sair das camas, então íamos aos quartos levar histórias, companhia e escuta. Isso me marcou profundamente.”
Com o tempo, a vocação virou rotina. Na adolescência, ela e uma amiga dormiam na casa de Dona Sinhana, uma viúva muito conhecida na cidade. “A gente fazia companhia, dormia na cama dela, ajudava nas tarefas. Era natural para nós.” Entre o cheiro do café feito no fogão a lenha e o pão caseiro, crescia a certeza de que fazer o bem era parte da própria identidade.
Hoje, décadas depois, ela reconhece: “O voluntariado corre nas minhas veias. Minha mãe plantou em mim a semente do cuidado, e eu continuo cultivando. Servir ao próximo não é obrigação, é um prazer e uma forma de viver.”
Essa história mostra que solidariedade não nasce do nada, ela é aprendida, pra- ticada e perpetuada. E quando começa na infância, torna-se mais do que um ato: torna-se essência.

Minha Vida, Meu Propósito

A trajetória de Sara sempre esteve ligada à comunicação e à educação. É formada em Jornalismo e História, com formação pedagógica para o ensino superior e atuou por cerca de 15 anos na área da educação, coordenação e orientação.
Há cerca de 12 anos, decidiu encerrar esse ciclo profissional e trilhar um novo caminho em sua vida: dedicar-se a ajudar ao próximo.
Começou sua jornada como voluntária no Hospital Erasto Gaertner, inicialmente no setor de marketing e administrativo, mas logo percebeu que seu desejo era estar junto das pessoas, dos pacientes, olhar nos olhos e fazer a diferença de forma direta. Foi assim que se tornou coordenadora do Espaço Família e, depois, do Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), liderando dezenas de voluntários e criando espaços de acolhimento e cuidado.
Quando a pandemia a afastou do hospital, ingressou no projeto Mãos que Valen, um trabalho filantrópico de ajuda humanitária que começou com a distribuição de jantinhas e marmitas em comunidades carentes. Com o tempo, o projeto cresceu, ganhou sede própria e também ações complementares, como um bazar para arrecadação de fundos. Hoje, o Mãos que Valen auxilia mais de 3 mil crianças por mês, muitas delas com doenças raras ou condições que o SUS não consegue suprir, além de apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.
Também é voluntária no Comitê Mulher-Sicredi, um espaço dedicado a incentivar e apoiar mulheres empreendedoras, criando oportunidades de aprendizado, negócios, integração e empoderamento.
Outro lugar que ocupa grande parte do seu coração é o residencial de idosos Versânia, uma casa diferenciada onde cada morador tem seu quarto individual, como em um hotel. Lá, os residentes participam de atividades de recração, aulas de artesanato e culinária, fisioterapia, musicoterapia e momentos de lazer. Nesse espaço, ela coordena o voluntariado, organiza atividades e acompanha o bem-estar de cada residente, levando muita alegria, acolhimento e atenção a todos.

Além disso, atua na Casa de Repouso Humanizar, que acolhe cerca de 30 hóspedes com diferentes graus de dificuldade e carência, encaminhados pelas prefeituras do estado do Paraná. Sua atuação inclui atividades humanizadas, acompanhamento das necessidades e ações especiais em datas comemorativas, sempre buscando tornar o dia a dia mais acolhedor e digno.
Sua rotina é intensa: às segundas-feiras, dedica-se ao projeto Mãos que Valen; às terças, ao lar psiquiátrico; às quartas, ao residencial de idosos, onde conduz atividades e ensina outros voluntários. O trabalho é árduo, mas ela se sente recarregada. “Ver a felicidade e a gratidão das pessoas é minha maior recompensa.”
Ela acredita que Deus a utiliza como um canal para boas ações e almeja, cada vez mais, inspirar outras pessoas a fazerem o bem. Essa inspiração foi reconhecida pela associação internacional Versânia, que criou um prêmio de voluntariado inspirado em sua forma de agir. Hoje, ela participa da entrega desses certificados e incentiva novas pessoas a viverem essa experiência transformadora.
“Para mim, viver o voluntariado é viver uma vida com propósito. É servir sem esperar retorno, mas sentir a energia positiva que flui em cada gesto, em cada rosto. É perceber que cada pequena ação pode gerar um impacto grandioso na vida de alguém. E é através desse serviço que encontro minha realização, minha felicidade e minha verdadeira missão.”
Viver fazendo o bem é uma escolha. Uma escolha que, para ela, representa a essência da vida.

SARA PELO MUNDO: QUANDO SOLIDARIEDADE ENCONTRA GLAMOUR

Sim! Eu conheço uma mulher incrível. Nossa amizade foi praticamente instantânea. Aquele olhar inquieto, sempre com sorriso acolhedor e cheia de energia. Mas ela vai além…
   (Mary Schaffer)
Há quem viaje pelo mundo em busca de paisagens de tirar o fôlego. Outros perseguem sabores, culturas ou até mesmo experiências espirituais. Mas há pessoas raras, que fazem das malas um passaporte para transformar vidas. Sara é uma dessas mulheres,  moderna,  glamorosa, inquieta e totalmente entregue a uma missão maior: levar esperança, amor e dignidade onde quase nada chega.
Ela é uma mulher incrível, linda e uma voluntária de rotina. Além dos trabalhos semanais que realiza em sua cidade, Sara embarcou em verdadeiras expedições transformadoras dentro e fora do país. Missões humanitárias que já somam cinco destinos diferentes, cada um marcado por histórias intensas, emocionantes e inesquecíveis.
E se engana quem pensa que ser solidário significa abrir mão do estilo. Sara prova que solidariedade pode, sim, ter brilho, elegância e até um toque fashion. Afinal, o verdadeiro luxo é estar presente onde ninguém mais ousa ir.
Imagine trocar hotéis cinco estrelas por redes armadas em uma balsa. Esqueça o ar-condicionado e pense em um sol que queima na pele por horas seguidas. Esqueça os restaurantes badalados e perceba o frescor de um peixe recém-pescado no rio Amazonas, servido com farinha, em meio a risos e abraços sinceros. Essa foi a realidade de Sara em sua missão amazônica, uma das mais intensas de sua vida.
Foram mais de 12 horas navegando rio a dentro, lado a lado com quase 30 voluntários. Uma travessia que parecia saída de um filme épico, em meio a águas infinitas e florestas exuberantes. O destino? Uma comunidade ribeirinha esquecida, onde cada gesto de cuidado se transforma em festa.
Durante 15 dias, a equipe trabalhou sob o sol escaldante, limpando terrenos, reformando escolas e visitando famílias. Houve dias de roçada, de pintura, de suor. Houve também momentos de escuta porque muitas vezes, o maior presente que alguém pode receber é simplesmente ser ouvido.
Com pequenas voadeiras, Sara e equipe chegaram a tribos indígenas ainda muito mais afastadas, levando médicos, psicólogos e educadores. “Fazíamos amizade fácil e logo nos tornávamos uma grande família. Nossa presença era aguardada como um grande acontecimento. O convite para compartilhar refeições era constante. E cada almoço era mais que comida – era afeto servido em pratos simples”, conta Sara.
Na memória, ela guarda o sabor inesquecível do peixe fresco pescado ali, diante dos olhos, em pleno rio Amazonas. Um banquete da simplicidade, capaz de ensinar que riqueza verdadeira não está no luxo material, mas na generosidade do coração.

Se a Amazônia mostrou o Brasil profundo, o Equador, Uruguai e o Paraguai revelaram uma outra face da América Latina: comunidades isoladas, cheias de histórias, desafios e carências. Dessa vez, Sara não foi de barco, mas sim de ônibus, longas horas de estrada até chegar ao destino. O glamour, aqui, vinha da coragem de enfrentar quilômetros intermináveis com a certeza de que cada minuto valeria a pena.
As ações se concentraram em praças públicas transformadas em grandes centros de cidadania. Ali, Sara e sua equipe montaram feiras de saúde, de educação e bem-estar. Era possível aferir a pressão, aprender sobre nutrição, receber dicas de cuidados pessoais e até participar de palestras educativas.
Mas nem tudo se resumia a atividades coletivas. Em Young, no Uruguai, Sara viveu uma das experiências mais impactantes da sua jornada. Uma senhora viúva, isolada, cercada por mais de dez gatos, foi encontrada em condições desumanas. “Quando bati no portão e a chamei, ela chorava de fome e de solidão. Ao entrar, vi uma cena que parecia saída de um pesadelo: pratos sujos, panelas vazias e muitos móveis destruídos. A casa estava tomada por sujeira e miséria. Nem animais deveriam viver assim”, relembra Sara, emocionada.
Diante daquela realidade, ela não pensou duas vezes. Mobilizou a equipe, arregaçou as mangas e passou dias limpando, reorganizando e cuidando daquela mulher. Foi uma prova viva de que solidariedade é mais do que doação: é ação, dedicação, entrega.
No Paraguai, o cenário foi semelhante: comunidades esquecidas, pessoas ávidas por atenção e informação, crianças curiosas que viam nas brincadeiras uma chance de aprender e sonhar. Mais uma vez, Sara se destacou não apenas pela organização e pela liderança, mas pela forma glamurosa e humana de se aproximar de cada indivíduo.

Se cada missão já foi um marco, a expectativa de ir para a África era ainda maior. Nesse misterioso destino Sara se preparou com o coração para essa experiência transformadora. O foco foi trabalhar com crianças de 6 a 12 anos e também com seus pais.
Brincadeiras, teatro, jogos cognitivos e atividades educativas preencheram os dias das crianças, mostrando que aprender pode ser tão divertido quanto brincar. Já os pais receberam orientações sobre higiene, valorização pessoal e saúde preventiva. E como a missão aconteceu em Outubro Rosa, o cuidado feminino ganhou um destaque especial: orientações sobre autoexame e prevenção do câncer de mama.
Tiveram também desafios gigantes. Em muitas dessas comunidades, o HIV ainda é uma das principais causas de mortalidade. Por isso, a missão teve também um caráter educativo, com foco em autocuidado e empoderamento.
Sara voltou com a alma em festa. Aquela sensação maravilhosa do dever cumprido, tendo na memória cada sorriso infantil, cada olhar de esperança e cada abraço sincero que fizeram valer todo o esforço.

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Bem vindo a Fine https://revistafine.com/hello-world/ https://revistafine.com/hello-world/#respond Mon, 22 Sep 2025 12:20:00 +0000 https://revistafine.com/?p=1 Aproveite o nosso Blog e leia nossas edições RAUL PORTUGAL A Fine nasceu de uma ideia simples, mas poderosa: transformar fotografia em legado.Depois de […]

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RAUL PORTUGAL

A Fine nasceu de uma ideia simples, mas poderosa: transformar fotografia em legado.
Depois de mais de 20 anos registrando pessoas e histórias através das minhas lentes, percebi que muitas imagens mereciam mais do que apenas um álbum ou um arquivo digital. Elas mereciam um palco sofisticado, no estilo capa de revista, para valorizar cada detalhe. Foi assim que criei a Fine — uma revista digital exclusiva, feita sob medida para pessoas que sabem o real valor de uma fotografia bem feita.

A proposta inclui um ensaio fotográfico corporativo ou pessoal com 20 fotos assinadas por mim, todas entregues ao cliente. A partir desse ensaio, algumas imagens são cuidadosamente selecionadas para compor a Fine, que se propõe a contar a história da pessoa retratada — seja em âmbito pessoal ou profissional. Cada edição é única e exclusiva, criada para apenas uma pessoa, funcionando como um portfólio de imagens e de trajetória de vida e carreira.

A Fine é entregue em formato digital de alta qualidade, ideal para ser compartilhada e apreciada em qualquer dispositivo. E, caso o cliente queira realizar um evento de lançamento, o material já está pronto para impressão em gráfica, possibilitando transformar sua edição em uma revista física de alto impacto.

A Fine não é apenas uma revista. É um símbolo de conquista, de estilo e de memória atemporal. Uma forma de dizer ao mundo: ‘eu valorizo minha história e quero registrá-la de forma extraordinária’.

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IVO BORGHETTI – HARMONIZAÇÃO OROFACIAL https://revistafine.com/ivoborghetti-blog/ https://revistafine.com/ivoborghetti-blog/#respond Wed, 10 Sep 2025 12:13:00 +0000 https://theme.madsparrow.me/most/?p=29 Dr. Ivo Alberto Borghetti, é o décimo segundo filho de uma família de treze irmãos. Filho de Severino Ivo Borghetti (in memoriam) e Ires […]

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Dr. Ivo Alberto Borghetti, é o décimo segundo filho de uma família de treze irmãos. Filho de Severino Ivo Borghetti (in memoriam) e Ires Anna Borghetti (in memoriam), nasceu em Porto União–SC. Durante toda sua infância viveu com seus irmãos no bairro das Mercês, onde estudou e viveu até os 18 anos. Sua mãe, sempre muito religiosa, fazia Ivo e seus irmãos frequentarem aos domingos a missa das onze da manhã na Paróquia Nossa Senhora das Mercês onde ele também fez a primeira comunhão e foi crismado. Neste mesmo bairro seu pai, teve por cerca de 35 anos, o restaurante Cantina Casagrande. Ivo lembra muito bem, que aos finais de semana, quando tinham eventos ele e seus irmãos ajudavam nos preparativos. Teve uma infância saudável e dedicada aos estudos. Aos 8 anos começou a estudar piano o qual, após onze anos, parou para se dedicar aos estudos de graduação, mestrado e doutorado e depois disso não parou mais. Até hoje ocupa-se com os estudos e quando possível a pesquisa cientifica. Tem dupla cidadania (Italiana e Brasileira) e também é admirador da cozinha italiana.

 

 

Dr. Ivo Alberto Borghetti é cirurgião-dentista (CRO/Pr 36.529)e biólogo (CRBio/Pr 17448), mestre e doutor em engenharia de bioprocessos industriais e biotecnologia. Especialista em planejamento e gerenciamento ambiental urbano e especialista em direito socioambiental. Atuou como diretor e secretário de meio ambiente na Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu durante dez anos. Foi consultor ad hoc junto ao FNMA (Fundo Nacional do Meio Ambiente). Conselheiro efetivo do CRBIo-7 (Conselho Regional de Biologia) e coordenador de  comissões técnicas junto ao CFBio (Conselho Federal de Biologia). É auditor líder em Biossegurança e atuou como pesquisador na X Expedição ao Continente Antártico. Foi Coordenador Setorial da região Sul (Pr, RS e SC) junto à Coordenação Geral de Meio Ambiente do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) ligado ao Ministério de Transportes em Brasília/DF, exercendo atividades de Licenciamento Ambiental de Transportes Terrestres (Rodovias e Ferrovias) e Hidrovias.

 

Através  da  parceria  com o IBMP/FIOCRUZ/UFPR desenvolveu a tese de doutorado intitulada: “Desenvolvimento de um controle externo positivo do tipo viral- Like – Particle   para utilização em um teste diagnóstico de arboviroses emergentes” cujo objetivo foi construir um controle externo positivo único contendo sequencias dos arbovírus Dengue, Zika e Chikungunya e de um transcrito humano específico para validar as reações do kit NAT/ZDC/Biomol, o qual ajudou no diagnóstico seguro destas doenças. Portanto, este produto (kit com o controle), desenvolvido com tecnologia nacional é biosseguro, tendo custo menor, alto valor agregado e potencial para ser utilizado a fim de atender as necessidades da saúde pública. Foi Assessor Científico de Inovação Tecnológica da Vice-presidência da FIOCRUZ/RJ – Fundação Oswaldo Cruz, onde participou de projetos em parceira com a Marinha do Brasil e Ministério de Ciência e Tecnologia com os seguintes projetos:

FIOANTAR  – FIOCRUZ no Continente Antártico e FIOAZUL – FIOCRUZ atuando na costa Marinha Brasileira denominado Amazônia Azul.Tem concedida uma patente com sua participação quando fez mestrado na UFPR. Participou de Visitas Técnicas e eventos na Sardenha, Milão e Modena (região industrial da Itália), Lyon, Compiene e Clermont Ferrant (França). Apresentou trabalhos científicos em eventos Internacionais na China, França, USA, Itália e Índia. Atualmente trabalha na área de Harmonização Orofacial (HOF) sendo referência em: odontologia estética regenerativa, exossomos, PDRN, células tronco messenquimais, intradermoterapia,  Lha La Peel, rinomodelação, ultrassom micro e macrofocado, fios de PDO, bioestimuladores, preenchimentos com ácido hialurônico, lipo de papada, toxina botulínica e Skin Control.

 

Dr. Ivo Alberto Borghetti está atendendo sob agendamento prévio na Avenida Sete de Setembro, 5388, sala 902, Batel ou pelo WhatsApp: 41- 978917272.

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MARY SCHAFFER – UMA CARREIRA GLORIOSA https://revistafine.com/maryschaffer-blog/ https://revistafine.com/maryschaffer-blog/#respond Tue, 09 Sep 2025 12:12:00 +0000 https://theme.madsparrow.me/most/?p=27 Jornalista, colunista social do jornal BEM PARANÁ e da revista Autoestima. Instagramer com estiloLife stylebymaryschaffer Blogger com página hospedada no portalwww.bemparana.com Ainda hoje o […]

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Jornalista, colunista social do jornal BEM PARANÁ e da revista Autoestima.

Instagramer com estilo
Life style
bymaryschaffer

Blogger com página hospedada no portal
www.bemparana.com

Ainda hoje o nome
Mary In Foco
é recordado pela sociedade da década de 90. Essa era a coluna que ela assinava no suplemento VIVER BEM da Gazeta do Povo.

 

Poucas pessoas conseguem atravessar décadas de mudanças no mundo da comunicação mantendo-se sempre atuais, relevantes e admiradas. Mary Schaffer é uma dessas personalidades. Jornalista, colunista social, apresentadora de TV, escritora, blogueira e hoje uma influenciadora digital de presença marcante, ela construiu uma carreira sólida que soube acompanhar a transformação do jornalismo tradicional para a era digital.

 

A caneta que virou câmera e tela

 

Mary começou sua trajetória em um tempo em que a imprensa escrita dominava a cena, quando colunistas sociais eram verdadeiros cronistas da vida cultural, social e empresarial de suas cidades. Com olhar refinado e sensibilidade aguçada, conquistou espaço nos jornais e revistas, narrando com estilo único os bastidores de festas, eventos e encontros que movimentavam a sociedade.
Ao longo dos anos, Mary se tornou muito mais do que uma colunista: foi presença em programas de televisão, apresentando conteúdos que uniam informação, glamour e leveza. Essa habilidade de transitar entre a escrita e a fala abriu caminhos para uma comunicação mais abrangente, que encantava tanto leitores quanto telespectadores.

 

A poesia como essência

 

Embora o jornalismo tenha sido sua primeira vitrine, Mary sempre manteve a poesia como parte essencial de sua vida. Publicou três livros, onde a palavra se transforma em arte, em delicadeza e em reflexão. Suas poesias revelam um lado sensível e profundo, que contrasta e ao mesmo tempo complementa a vida agitada das colunas sociais e dos palcos midiáticos.

 

Do impresso ao digital – uma migração de maestria

 

Se muitos profissionais sentiram o impacto das mudanças tecnológicas e tiveram dificuldade em se adaptar, Mary Schaffer seguiu o caminho oposto: abraçou a inovação. Com uma visão pioneira, percebeu que a comunicação estava migrando para as plataformas digitais e passou a investir em blogs, redes sociais e, mais recentemente, no Instagram, onde hoje assina o perfil @bymaryschaffer.

 

Ali, mostra um lado mais próximo, mais instantâneo e interativo, mas sem perder a sofisticação que sempre marcou seu trabalho. Eventos, cultura, lifestyle, moda, gastronomia e reflexões poéticas convivem lado a lado em sua timeline, conquistando seguidores que vão muito além do público que a conhecia apenas do jornal impresso.

 

A voz da transformação

 

Toda essa experiência fez de Mary uma referência quando o assunto é a transição da mídia tradicional para o universo digital. Não à toa, tornou-se palestrante requisitada sobre o tema, compartilhando com estudantes, jornalistas e empresários sua vivência prática e inspiradora de quem acompanhou e protagonizou essa transformação.
Se antes escrevia sobre os acontecimentos mais glamourosos da sociedade, hoje ela também inspira profissionais a compreenderem a nova lógica da comunicação, onde credibilidade, autenticidade e adaptação são palavras-chave.

 

Uma trajetória que inspira

 

Mary Schaffer é, acima de tudo, uma contadora de histórias. Seja nas páginas impressas, diante das câmeras de televisão, nos versos de seus livros ou nos stories do Instagram, ela mantém a mesma essência: a capacidade de transformar o cotidiano em algo memorável.
Sua história prova que tradição e inovação não precisam andar em lados opostos. Pelo contrário: quando se unem, criam uma força capaz de atravessar gerações e conquistar novas plateias.
Mary é o exemplo vivo de que comunicação não é apenas profissão, mas vocação — e que aqueles que a exercem com paixão são capazes de reinventar-se sem perder a identidade.
Mary in Foco – no suplemento Viver Bem
No suplemento Viver Bem, da Gazeta do Povo, Mary Schaffer assinava a coluna Mary in Foco, um espaço que se tornou referência de informação e estilo.

 

Ali, ela retratava os grandes acontecimentos sociais, empresariais e culturais, sempre com seu olhar elegante e sensível.
A coluna foi leitura indispensável para quem queria acompanhar a vida social paranaense e marcou época como um dos registros mais respeitados da cena curitibana.

 

O Lounge mais disputado do Crystal Fashion
Em todas as edições do Crystal Fashion — um dos eventos de moda mais icônicos do Brasil — Mary Schaffer marcou presença de forma especial. Seu Lounge exclusivo MARY SCHAFFER Jornalismo Levado a Sério, tornou-se ponto de encontro obrigatório para empresários, artistas, estilistas, jornalistas e personalidades da sociedade.

 

Muito mais que um espaço, o lounge era um verdadeiro palco social dentro do desfile, sempre assinado por arquitetos de renome, onde Mary recebia convidados com sua elegância característica e transformava cada edição em um capítulo memorável da vida cultural e fashion de Curitiba.
Ali, entre flashes, entrevistas e boas conversas, ela consolidou sua imagem como referência de lifestyle e networking. O lounge de Mary no Crystal Fashion era sempre sinônimo de sofisticação, charme e encontros inesquecíveis.

 

Bem Bom com Mary Schaffer

 

Muito antes do Instagram e das lives, Mary já encantava na televisão. No programa Bem Bom, ela e também jornalista Cecília Comel conduziam entrevistas, bastidores de eventos, novidades de lifestyle e muito glamour.
O programa ficou marcado pelo tom descontraído e sofisticado, traduzindo um jornalismo leve, mas cheio de conteúdo. Era parada obrigatória para quem queria estar por dentro do que acontecia na cidade.

 

 

1 – Prêmio e reconhecimento

 

Uma carreira consolidada desde 1980

 

Em um anúncio da Câmara Municipal de Curitiba sobre o Prêmio Cidade de Curitiba, concedido em 2006, está escrito que Mary Schaffer possui “um dos currículos mais destacados na imprensa paranaense” . Nesse texto, encontramos detalhes fundamentais sobre seu ponto de partida:

 

    • Desde 1980, ela já acumulava diversos cargos em assessorias de imprensa e veículos de comunicação .- Atuou em assessorias como:
    • Fundação Teatro Guaíra
    • Museu Alfredo Andersen
    • Galeria Documenta (filial Curitiba)
    • Tribunal de Justiça
    • Também atuou com assessoria política, incluindo experiência para o vereador Alípio Leal e o deputado Nilso Sguarezi em dois mandatos .
    • No jornalismo, fez parte das redações de veículos como:
    • Curitiba Shopping
    • Diário Popular
    • Correio de Notícias
    • Estado do Paraná
    • Gazeta do Povo
    • Revistas Panorama Vivre e Mary In Foco
    • Outro destaque: foi correspondente da Editora Abril na Inglaterra .

 

Resumo:

 

o início da carreira de Mary Schaffer está bem ancorado na década de 1980, com uma atuação abrangente em comunicação institucional, redação jornalística e cobertura internacional.

 

    1. Primeira coluna social registrada em 1987

 

Pesquisas indicam que Mary Schaffer já era colunista social em meados dos anos 1980. Um registro específico mostra que ela assina a “Coluna social Mary Schaffer e a sociedade” no jornal Correio de Notícias, em 17 e 18 de outubro de 1987 .

 

    1. Elemento visual na cultura jornalística local

 

Além dessas passagens, há menção (por meio de registros fotográficos) de colunas de Mary Schaffer em meios jornalísticos de Curitiba — o que demonstra sua presença constante no circuito cultural e social local, consolidando seu estilo colunista .

 

Perfil – Últimos 15 Anos (2010–2025)

 

    1. Consolidação como colunista social no Bem Paraná

 

Mary Schaffer manteve atuação constante como colunista social no portal Bem Paraná, publicando regularmente textos que retratam eventos sociais, lançamentos, festas, inaugurações e personalidades influentes de Curitiba e região. Seus artigos apresentam um estilo leve, voltado ao lifestyle, cultura e cotidianidade da sociedade curitibana .

 

    1. Presença na mídia televisiva

 

Em algum momento dos últimos 15 anos, ela também atuou como apresentadora no programa “Bem Bom”, exibido pela RIC TV. O formato integrava conteúdo social e dicas, como harmonizações de vinhos, em um programa com pegada lifestyle .

 

    1. Colunista impressa e digital

 

Em 2014, Mary Schaffer assina colunas sociais no impresso (como ilustrado pela página do Bem Paraná em 12 de maio de 2014), cobrindo eventos como festas vips, lançamentos e encontros sociais da capital .

 

    1. Blogging gastronômico e lifestyle (2011–2013)

 

Durante esse período, ela manteve o blog “Explorando os Sabores do Mundo”, publicando posts sobre gastronomia, eventos culinários e experiências com comidas e restaurantes — embora parecesse focar mais em lifestyle do que colunismo social sob plataforma específica do Bem Paraná .

 

    1. Atividade jornalística recente (2024–2025)

 

Nos anos mais recentes, Mary continua ativa como colunista no Bem Paraná, com publicações frequentes e fotos de eventos, como mostras de arte, gastronomia, cultura e vida social curitibana, mantendo relevância e visibilidade . O perfil oficial de Mary Schaffer no Instagram é @bymaryschaffer. Com mais de 43 mil seguidores, ela compartilha conteúdos que refletem seu estilo de vida, viagens, gastronomia e eventos sociais, alinhados ao seu trabalho como colunista social e influenciadora digital.()

 

Destaques do perfil @bymaryschaffer

 

    • Estilo de vida e viagens: Mary compartilha experiências de suas viagens, como uma visita à Piazza San Marco, em Veneza, destacando momentos especiais e locais icônicos.
    • Gastronomia e cultura: Ela explora restaurantes e experiências culinárias, como o restaurante Tijolo, localizado na Rua São Francisco, em Curitiba, proporcionando aos seguidores uma visão intimista desses lugares.
    • Eventos e lifestyle: Mary compartilha momentos pessoais, como a emoção de se tornar avó, oferecendo aos seguidores uma visão de sua vida pessoal e profissional.
    • Beleza e bem-estar: Ela também destaca experiências em salões de beleza, como o Vimax Beauty, mostrando seu interesse por cuidados pessoais e estética.

 

Conclusão

 

O perfil @bymaryschaffer no Instagram serve como uma extensão digital de seu trabalho como colunista social, oferecendo aos seguidores uma visão mais pessoal e interativa de sua vida e interesses. Se você está interessado em acompanhar suas atualizações e experiências, seguir esse perfil é uma excelente maneira de se manter conectado com seu conteúdo.

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